Raquel Apresentação

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raquel apresentação

Professora de Português

 
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Conheci o David noutras “andanças”. Nas da música. Quando o meu marido (um dos elementos do agrupamento musical Mar à Vista) lhe abriu as portas da nossa casa onde, por norma, ensaiam semanalmente.

Fui, então, conhecendo-o melhor bem como seguindo o seu trabalho como coach. Através do seu perfil no Facebook, fui tomando conhecimento da sua atividade bem como dos workshops que foi promovendo. Até que me deixei convencer.

Lembro-me de ter visto uma foto de grupo num workshop que realizou, salvo erro, no Hotel do Colégio onde estavam todos tão bem dispostos e, por isso mesmo ostentavam sorrisos sinceros. No meio deles estava o de uma amiga muito querida. Assim, decidi: “No próximo lá estarei!”. E foi assim. Tempos depois, surgiu uma nova oportunidade e agarrei-a. Afinal, o que podia correr mal? Exato: nada.

Estava uma excelente manhã. Um sol radioso. Um bom presságio, claro está! Pelas 9h e 30m todos os lugares estavam praticamente ocupados e o David muito bem disposto, como é comum. Feitas as apresentações, ele foi capaz de identificar (sem se enganar!) todos nós! Como professora, foi um pormenor que me agradou e fez rir!

Depois, começamos a entender melhor o que é isso de Coaching. O David faz uma apresentação muito apelativa e o seu principal material de apoio é, sem dúvida, o entusiasmo que coloca nas palavras! Fomos seguindo em frente, entendendo, questionando, tirando notas (a minha profissão “impede-me” de estar num workshop sem o fazer…). Até aí as coisas corriam bem. Até que veio momento da reflexão individual. Aí dói mais qualquer coisa. Abrir as portas da nossa “casa” a nós próprios pode, por vezes, ser uma experiência pouco apelativa, difícil, incomodativa, até. Ir ao “sótão” pode não ser muito agradável. E é aí que o coach desempenha um papel fundamental, colocando “As Questões”, para que possamos seguir em frente. Sair da nossa zona de conforto. Arriscar.

Lembro-me bem de um exercício individual que nos pedia para elencar e ordenar por ordem de importância os valores que valorizamos na nossa vida. A primeira tarefa até que se faz bem; a segunda, nem por isso, vão por mim. Mas por ter sido difícil, muito, até, é que me recordo bem dela e do impacto que teve em mim. Seguiram-se outros exercício, individuais também, todos eles com o objetivo de nos incomodar. No bom sentido, claro. E tudo isso decorreu num ambiente muito leve, descontraído, o que tão bem caracteriza o David. E contagiou, claro está! Foi bom. Arrisquei e não me arrependi nada.

No final, tiramos uma foto de grupo. Sorridentes, bem dispostos e bastante mais convencidos a arriscar tantas vezes quantas forem necessárias. Se quisermos simplificar, é viver sob o lema «Viva a VIDA!» E faça a sua leitura como quiser.

Se tiver dificuldade em fazê-lo, o David ajuda-o!
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